Para a Vevo, Bea Miller fala sobre fãs e revela significados das suas composições

Em especial na Vevo recentemente, Bea Miller fez algumas autorreflexões. Entre várias coisas ditas, a cantora confessou que seu primeiro álbum, o “Not An Apology”, de 2015, não transmitiu tanto da sua própria identidade como ela gostaria.

“Eu tinha 14, 15 anos, quando o gravei então não tinha muito que dizer naquele momento e também estava insegura.”

Entre o lançamento do “Not An Apology” e o “Chapter One: Blue” esse ano, Miller pôde viver muitas experiências. Ela disse que expor suas vivências para o mundo pode ser intimidante, mas também empoderador.

A artista revelada no X-Factor ainda falou sobre suas últimas músicas que ganharam clipes e compõem o “Chapter One: Blue”. “Song Like You” saiu da perspectiva da moça em relação a uma pessoa que não fazia bem a ela e trata desse relacionamento tóxico para ambas.

“Eu estava me sentindo triste e sozinha e de repente deu um ‘click’, tipo ‘ai, meu Deus, essa pessoa precisa ir embora’, é muito triste, mas me fez seguir para outra parte da minha vida e eu aceitei isso.”

Quanto a “Burning Bridges”, Bea disse que não gostaria de voltar para nenhum momento do passado, pois está feliz com sua vida no momento, mas entende que esse estado não durará para sempre.

Momento sabedoria:

“Não seríamos seres humanos se não experimentássemos todos os dias e fizéssemos perguntas do tipo quem somos, por que estamos aqui, por que sentimos e falamos certas coisas, isso nos torna humanos e é por isso que a música é tão importante.”

Ela ainda acrescentou que é muito legal ter fãs da mesma faixa etária que ela e saber que todos passam pelas mesmas situações, por isso se sente aberta para falar sobre seus sentimentos com sua fã-base.

Dia 7 de maio, a americana estará no palco do MTV Movie&TV Awards e no próximo dia 12 ela lança o “Chapter Two: Red”. O álbum colorido da moça é aguardado ainda para 2017.

Cintia Luz Lima

Jornalista - São Paulo, SP

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