Os tempos são de mudança em Hollywood. Após uma chuva de denúncias de assédio e abuso sexual contra o produtor Harvey Weinstein e outros homens importantes na indústria do cinema, a luta das mulheres segue em frente.

Depois de mais de 300 mulheres do universo do entretenimento assinarem um manifesto chamado Time’s Up (O tempo acabou), personalidades de vários meios foram convidadas a comparecer à cerimônia do Globo de Ouro usando preto em forma de protesto ao assédio e a desigualdade racial e de gênero.

O fato é que estamos sim sendo ouvidas. Uma das provas  é que o mesmo manisfesto em conjunto com o sindicato de produtores cinematográficos dos Estados Unidos (PGA) estabeleceu o novo código de conduta contra assédio.

O filme “Mulher Maravilha 2” será o primeiro a adotar as diretrizes anti-assédio sexual. Produtores, elenco e equipe técnica de produções cinematográficas devem reconhecer situações de má conduta, dentro e fora dos sets de filmagens e ajudar a combatê-las.

“As normas anti-assédio sexual são sancionadas como melhores formas de comportamento para nossos membros. A PGA está ao lado do ‘Time’s Up’ como uma fonte para criar novos protocolos. Vamos continuar trabalhando com eles e outras organizações até que o assédio sexual seja eliminado do ambiente de trabalho do entretenimento”

O regulamento fala que as denúncias de assédio sexual devem ser ouvidas com atenção e empatia e atitudes deverão ser tomadas o mais rápido possível.

O segundo filme da heroína terá estreia em 1º de novembro de 2019

Marta Valdevino

Produtora de conteúdo/Redatora/Revisora/Marketing digital


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