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Após bate boca no Twitter, portal analisa carreira de Anitta em gráficos

No fim de semana, o portal G1 liberou uma crítica à carreira internacional de Anitta. A reportagem questionava o sucesso de seu mais novo hit, “Medicina”, na América Latina. A cantora não gostou nem um pouco e usou suas redes sociais para rebater a crítica.

Explicando um pouco sobre carreira e gráficos de crescimento com exemplos práticos. Antes do meu país me conhecer com “show das poderosas” eu tive 5 singles trabalhados. Nestes meu alcance era regional carioca em sua maioria (por ser meu local de origem) respingando um pouco nas suas adjacências. Com “show das poderosas” houve um pico bem parecido com o de “Downtown”, citado na matéria. E logo depois uma pequena queda para o singles seguintes muito comum depois de picos grande como esse (favor analisar qualquer gráfico de crescimento).

Inconformada, ela continuou:

Depois de mais de um ano a música que conseguiu chegar próximo deste patamar foi “zen”, mesmo assim nada comparado à rapidez meteórica dos resultados o primeiro grande hit. Depois mais uma pequena queda nos singles seguintes após o pico de zen e seguimos estáveis até BANG feito alguns vários anos depois. Isso tudo para explicar que… assim funciona um projeto de carreira. Sem pressa e desespero de meter os pés pelas mãos de frustrando com coisas naturais como curso normal de um gráfico de crescimento temporal.

E a diva não terminou seu discurso por ali não

Depois de bang ouve mais uma pequena queda e estabilidade até chegar Vai Malandra anos depois. Não há como comparar a rapidez de resultados de um mercado trabalhado por 7 anos incessantes com a de um mercado que começou a ser explorado há apenas 1 ano. Obrigada.

Depois da lição que a cantora deu, o portal divulgou uma nova matéria contendo gráficos sobre a carreira de Anitta na manhã desta segunda-feira (30). A nova reportagem mostra a trajetória de Anitta com dados de rádio e internet durante sete anos, desde as primeiras faixas no funk carioca até “Medicina”.

Prepare-se, chuva de gráficos feitos pelo G1 a seguir:

Os vídeos mais vistos de Anitta no primeiro semestre de 2018 no Brasil, foram “Vai Malandra“, “Romance com Safadeza” e “Ao Vivo e a Cores“.

Já nos principais países hispânicos (Espanha, México, Argentina, Colômbia e Chile), “Downtown” e “Machika“, ambas parcerias com J Balvin, ganharam em disparadas. Elas representaram juntas entre 78% e 88% do total de views de Anitta neste período.

Porém, Anitta é artista mais ouvida no YouTube, mas não é a artista mais ouvida no YouTube no Brasil.

Por conta da expansão mundial, ela tem um total de views maior que qualquer artista brasileiro, mas sua audiência é dividida entre os países.

Mas como Anitta tornou-se um fenômeno musical?

Em um dos tweets, ela se refere às cinco faixas que foram registradas em seu EP de estreia, de 2012, ainda pela Furacão 2000, produtora de funk do Rio. Três dessas músicas nem chegaram à programação comercial das principais rádios do Rio, mas tiveram vídeos amadores lançados na época. As outras duas tocaram nas rádios do Rio e abriram o caminho para o sucesso nacional.

Nos tweets, Anitta também fez uma análise da explosão de “Show das Poderosas“, e indicou outros pontos altos, contando que depois do lançamento apenas “Zen” e “Bang” conseguiram chegar ao patamar desse hit atemporal.

A descrição bate com os gráficos das rádios, onde os picos entre “Show das Poderosas” e 2015 foram justamente “Zen” e “Bang“.

Em 2014, Anitta lançou uma versão de “Zen” em espanhol  com a colaboração do cantor Ransel, sendo sua primeira contribuição para a música latina. Mas foi em 2016 que Anitta se dedicou a lançar músicas na língua hispânica. Em julho daquele ano saiu “Sim ou Não“, parceria com Maluma. E desde então, ela cresce nesses países.

Veja como está essa dinâmica de Anitta até agora no Spotify:

O levantamento deixou de fora algumas faixas como a versão de “Zen” ou “Ginza“, outra parceria com J Balvin. Além do top 50 oficial do Spotify, foram consideradas na análise as listas de 200 mais tocadas, compiladas por sites não-oficiais. No YouTube, “Medicina” só perdeu para “Machika“.

Vale lembrar que o YouTube não informa a porcentagem de visualização por país a cada clipe. Os dados de Anitta nos dois primeiros dias de lançamento mostram que 80% das visualizações dela vieram do Brasil, o que indica que a música foi bem mais ouvida aqui.

Você pode conferir a matéria original no site do G1, clicando aqui