Crítica: Capitã Marvel é poderoso, forte e inicia novo marco para a ‘Marvel Studios’

O novo filme Capitã Marvel é uma das grandes apostas de 2019 e chega acompanhado por uma grande mensagem de poder feminino. O filme, estrelado pela vencedora do ‘Oscar’, Brie Larson, a super-heroína e viajante espacial dos quadrinhos, é o 21º capítulo do universo Marvel Studios nos cinemas desde o seu início, em 2008 com ‘Homem de Ferro’ e o primeiro a ter uma mulher no papel principal.

Por ser o primeiro filme de origem, o roteiro de Capitã Marvel não se preocupa em ter momentos épicos, apesar de ter fortes cenas que deixam os telespectadores de queixo caído – não irei entrar em detalhes, mas está liberado chegar na sala de cinema com fortes expectativas. A preocupação foi fazer os fãs conhecerem, entenderem e se apaixonarem por Carol Danvers, como ela adquiriu seus poderes e como ela se tornou a personagem mais poderosa do MCU (Marvel Cinematic Universe).

Outro fator importante é a forma que a trama te traz para os anos 90. Com direito a computadores antigos, trilha sonora composta pelos maiores hits e vários detalhes bem pensados, trazendo uma sensação nostálgica, mesmo sem ao menos ter conhecido a época, fazendo toda diferença na hora de compor a história.

Capitã Marvel é poderoso, único, divertido e colorido. Os criadores de Capitã Marvel, reconheceram a história inspiradora e feminina, enxergando caminhos para que as mulheres tenham um lugar de igualdade nas páginas e na tela dos cinemas, fazendo a Capitã se tornar um ícone do empoderamento feminino, assim como nos quadrinhos. Brie Larson foi e é, sem dúvidas, a Carol Danvers que queríamos e procurávamos para representar a heroína.

André Luiz Freitas

23 anos, viciado em músicas, séries, filmes e shows! Instagram: @andreluizfreitas_

Não há comentários ainda

Comentários

Seu email não será publicado.