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Entrevistas

Protagonistas de ‘Sweet Tooth’ contam o que esperam que o público sinta ao assistir a série (EXCLUSIVO)

Divulgação | Netflix

A Netflix está pronta para nos entregar mais uma história viciante! Baseado nos aclamados quadrinhos da DC Comics, criados por Jeff Lemire, ‘Sweet Tooth’ é a nova série da plataforma que irá apresentar um conto de fadas pós-apocalíptico sobre um menino híbrido de humano com cervo e um homem solitário. Juntos, eles embarcam em uma aventura extraordinária.

O seriado conta com a produção de Robert Downey Jr. ao lado de sua esposa Susan Downey, e trará uma história fantástica, distópica, bastante exuberante e esperançosa. 

Divulgação | Netflix

Os protagonistas Christian Convery (Gus) e Nonso Anozie (Tommy Jepperd) explicam em uma entrevista como se prepararam para os papéis e contam que brincaram muito e riram bastante no set. Confira a entrevista exclusiva:

1- Gus e Jepperd, os personagens de vocês na série, são completamente diferentes. O que eles têm em comum?

NONSO ANOZIE: “Meu personagem, Tommy Jepperd, é um ex-jogador de futebol americano que perdeu tudo no Grande Colapso. É um cara valente e melancólico, tipo um caubói negro moderno que viveu uma vida muito difícil nos últimos dez anos. Agora, ele só quer sobreviver, mesmo que para isso tenha que roubar e matar. Um dia, ele encontra Gus, um menininho híbrido, e por algum motivo decide ajudá-lo. Gus passou a vida toda isolado do mundo, então não tem toda a negatividade da maioria das pessoas. Quando entra em contato com toda a inocência e o otimismo do menino, Jepperd começa a se lembrar do verdadeiro significado de ser humano. Assim começa a aventura.”

2- Como vocês se prepararam para os papéis?

CHRISTIAN CONVERY: “Primeiro, li o roteiro para saber como era o Gus. Depois, pesquisei como os cervos se movimentam e como funcionam os sentidos desses animais. Descobri que eles têm uma ótima audição e conseguem ouvir sons que parecem baixos demais para nós. Também têm ótimos instintos e correm muito rápido. Usei tudo isso para interpretar o Gus. Também faço parkour há uns dois anos. Então, também usei meus sentidos e minhas habilidades de parkour para saltar como o Gus. Foi muito divertido. Sou muito parecido ao Gus em quase tudo. Não sou híbrido, mas nós dois somos rápidos, alegres e sorridentes.”

ANOZIE: “Usei todas as informações dos quadrinhos e do roteiro, como a amargura do Jepperd. Além disso, sou homem e afro-americano e também aproveitei isso para o papel, com algumas nuances e coisinhas que talvez outras pessoas não teriam pensado. Por isso é tão legal ser ator. Em todos os personagens, começo pela voz. Sabia que o Jepperd teria a voz de um homem capaz de comandar tropas e inspirar confiança nas pessoas. Comecei a me concentrar em tentar falar com um registro um pouco mais baixo. Pensei nas origens dele e trabalhei no sotaque.”

“O Jepperd também tinha sido linebacker de defesa. Muitas pessoas me perguntam se eu já fui jogador de futebol americano. Infelizmente, sou de Londres, na Inglaterra. Lá, ninguém joga futebol americano. Mas tive a sorte de ter um bom físico. Trabalhei na flexibilidade, fui à academia e fiz treinos de corrida. Na verdade, sou bastante sedentário. Gosto de ficar sentado e relaxar, mas com o Christian por perto não tem jeito. Ele não deixa a gente ficar parado.”

Divulgação | Netflix
3- Como foi a experiência de trabalhar juntos?

CONVERY: “Foi muito bom trabalhar com o Nonso. Ele é muito talentoso. Minha cena preferida com ele até agora é aquela em que estamos comendo pêssegos perto de uma fogueira e eu fico fazendo uma pergunta atrás da outra. Rimos muito com essa cena. Estamos sempre fazendo brincadeiras e piadas.”

ANOZIE: “O Christian é muito divertido. Ele é super inteligente e é até mais brincalhão do que o Gus. Nossa relação é ótima dentro e fora das telas. Passávamos o dia todo brincando, sem parar. Nas cenas com a Stefania LaVie Owen, que faz a Ursa, também não podíamos parar de rir. Normalmente, lá pelas quatro da tarde, quando todos estávamos cansados de repetir as mesmas falas umas 100 vezes, tínhamos vários ataques de riso. Às vezes, não conseguíamos parar e precisávamos sair um pouco de cena. Jim Mickle conseguiu selecionar atores e atrizes maravilhosos. Isso comprova a capacidade dele de montar bons elencos. Nos divertimos muito e demos muitas risadas.”

4- O que vocês esperam que o público sinta ao assistir Sweet Tooth?

CONVERY: “Todo mundo pode esperar uma série muito legal de ação e aventura, repleta de surpresas e ganchos incríveis. Não dá vontade de parar de assistir. Acho que essa série vai deixar as famílias felizes e cheias de esperança, porque o Gus está sempre feliz e otimista.”

ANOZIE:Sweet Tooth é emocionante e faz pensar em como tratamos as outras pessoas. É uma série para a família toda, que vai inspirar conversas e pensamentos positivos. Depois de assistir a esta temporada, espero que as pessoas levem a mensagem de que sempre existe esperança, mesmo que a situação seja muito ruim.”

Sweet Tooth‘ estreia na Netflix no dia 4 de junho!