Madison Bailey se abre sobre viver com transtorno de personalidade: “Comecei a perceber meus próprios gatilhos”

Durante uma entrevista recente ao Entertainment Tonight, a estrela de ‘Outer Banks‘, Madison Bailey, se abriu sobre viver com Transtorno de Personalidade Borderline e como tomou a decisão de compartilhar seu diagnóstico com o mundo.

“Sinto que é uma parte muito grande de quem eu sou e realmente quero que as pessoas possam me conhecer. Não sou tímida, prospero em transparência. Eu acho que é realmente importante falar com uma voz, isso é apenas algo que eu estou passando, não é algo que eu saiba tudo. Estou descobrindo isso dia a dia sozinha”
+ Madison Bailey diz se sentir “mais leve” depois que revelou ser pansexual

Para você entender melhor do que se trata o transtorno, o indivíduo tem mudanças de humor frequentes, relações sociais e pessoais instáveis ​​e estado de espírito emocional inconstante. A atriz compartilhou que foi diagnosticada por volta dos 17 ou 18 anos.

“Eu obtive meu diagnóstico, e era disso que eu precisava – uma palavra para chamar isso que não fosse ‘louca’. Entendi e descobri. Comecei a perceber meus próprios gatilhos. Eles são todos diferentes. Todo mundo é diferente”

Ao falar sobre sua saúde mental, a atriz admitiu que “não é uma pessoa de terapia“.

“Eu sou muito interna com a maneira como gosto de lidar com as coisas e gosto de me auto-educar em muitas coisas”
+ Madison Bailey, de ‘Outer Banks’, revela se é Team Pop ou Team JJ

Agora que ela tem uma grande plataforma para inspirar seus seguidores, ela explicou como planeja usá-la para ajudar outras pessoas que possam estar passando pelas mesmas coisas que ela.

“Há muitos prós e contras no meu distúrbio. Uma das principais coisas é que gostos e desgostos mudam frequentemente, então minha estética muda frequentemente. Meu gosto musical muda frequentemente”

See Also
Grazi Massafera estrela dona beja na hbo max

Mas Madison foca no lado bom de tudo isso.

“Tenho uma personalidade muito ampla, o que me permite conectar-me com muitas pessoas. Ser sensível era uma coisa tão difícil. Esse é outro dos principais componentes desse distúrbio – ter um nervo exposto a todas as emoções e sentimentos. Mas acho que o lado bom disso é que me permite conectar-me com muito mais pessoas. Sou capaz de me colocar no lugar de outras pessoas com facilidade e entregar empatia com autenticidade”

Madison também explicou como a atuação tem sido uma saída “boa” para ela quando se trata de viver com o distúrbio.

“Nos dias em que é realmente difícil ser eu mesma, é realmente fácil ser outra pessoa”.

© 2024 - FebreTeen.com.br.